TRE não contemplaram a proteção ambiental nas eleições em Porto Alegre - As campanhas para as eleições do prefeito e dos vereadores foram reguladas pela lei eleitoral, no entanto, as resoluções sobre o tema não incluíram regras sobre a responsabilidade dos candidatos com relação à proteção ambiental. Os cidadãos de Porto Alegre, que não aumentam o volume de negócios, abominam a época de eleição. As campanhas não são bem-vindas. Muitos sentem-se violados pelo volume e prejuízos causados pelos panfletos, folders, banners, pinturas em muros e cartazes espalhados pela cidade. Embora, nessa eleição, a diferença relativa à propaganda eleitoral possa ser positivamente notada nas ruas, as restrições do TRE (Tribunal Regional Eleitoral) não conseguiram acabar com algumas discrepâncias.
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TRE não contemplaram a proteção ambiental nas eleições em Porto Alegre

2008/08/20 06:49

Liberação de imprensa de:
Liane do PV 43222
As campanhas para as eleições do prefeito e dos vereadores foram reguladas pela lei eleitoral, no entanto, as resoluções sobre o tema não incluíram regras sobre a responsabilidade dos candidatos com relação à proteção ambiental. Os cidadãos de Porto Alegre, que não aumentam o volume de negócios, abominam a época de eleição. As campanhas não são bem-vindas. Muitos sentem-se violados pelo volume e prejuízos causados pelos panfletos, folders, banners, pinturas em muros e cartazes espalhados pela cidade. Embora, nessa eleição, a diferença relativa à propaganda eleitoral
TRE não contemplaram a proteção ambiental nas eleições em Porto Alegre
possa ser positivamente notada nas ruas, as restrições do TRE (Tribunal Regional Eleitoral) não conseguiram acabar com algumas discrepâncias.

Uma regra importante foi completamente deixada de fora pelo Tribunal Eleitoral: a responsabilidade ecológica não foi considerada critério para a realização de campanha política em Porto Alegre e no Brasil. Milhares de toneladas de papel não reciclado e de tecnologias de impressão utilizados contribuem sobremaneira para a destruição do nosso meio ambiente. Não é exagero. Um estudo atual do Instituto IFEU comparou o papel não reciclado ao reciclado quanto à proteção climática, utilização de energia e água. Seus resultados foram surpreendentes: cada 3 folhas de papel reciclado A4 economiza a energia necessária para ferver um litro de água de 20˚ a 100˚ Celsius, enquanto uma tonelada de papel reciclado evita o equivalente a uma viagem de automóvel de 1.000 km em emissão de CO2! A prática de circular com carros até velhos caminhões de som e com alto-falantes não doem apenas nos ouvidos, causando poluição sonora quando acima dos níveis permitidos, mas poluem também o ar de modo desnecessário pela emissão de CO2 e, obviamente, ainda prejudicam o tráfego.

Ainda bem que é possível fazer campanha política diferente. A candidata a vereadora para Porto Alegre do Partido Verde (PV), Liane do PV está executando seu primeiro projeto, que é a INICIATIVA PELO PAPEL RECICLADO NA VIDA E NAS ELEIÇÕES. Sua campanha eleitoral é ecológica. O uso mínimo de material impresso, elaborado a partir de papel reciclado e tecnologia sustentável de impressão, mantém tão baixo quanto possível o prejuízo ambiental. Compensando o uso desse material através da inclusão de uma semente de girassol em cada folheto distribuído, com o pedido para que o destinatário plante a semente, é uma forma de proteção ambiental inteligente. A forte concentração na campanha pela internet através do site lianedopv.com completa esta estratégica extraordinária.



Contato:
web: http://www.lianedopv.com
E-Mail: Contate o autor
 

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